sábado, 14 de março de 2009

Playing by heart- Corações apaixonados

Adoro esse filme!
E, mais uma vez me identifico com as duas personagens, uma, Joan, inconsequente que procura pelo amor de forma insana e, humana, demasiadamente humana...





A outra,Meredith, que se protege tanto, que não deixa as pessoas se aproximarem...
Um filme sobre o amor e, sobre como independente da idade e da experiência de vida, o medo de amar continua sendo o denominador comum nos relacionamentos amorosos...
O pavor, consequência de relacionamentos passados que deixaram traumas...
A insegurança de recomeçar denovo...
Enfim, eu vejo sempre que está passando...
Vejam por si mesmos e, depois, adoraria um comentário.Apesar de saber que não haverá nenhum. Ninguém comenta no meu blogg, isso se alguém o lê...


Sinopse
Em Los Angeles e Chicago acontecem algumas histórias paralelas, que tem um denominador comum: amor. Há a história de Paul (Sean Connery) e Hannah (Gena Rowlands), um casal que está junto há quarenta anos, mas alguns fantasmas do passado precisam ser afugentados. Tem o encontro de Mildred (Ellen Burstyn) com Mark (Jay Mohr), seu filho que está morrendo de AIDS e, neste momento angustiante, ela se sente mãe como há muito tempo não acontecia. Tem Gracie (Madeleine Stowe), uma mulher que sempre trai o marido com Roger (Anthony Edwards), que também é casado, mas no fundo tal situação não lhe agrada. Há Meredith (Gillian Anderson), uma diretora de teatro que em virtude de um pequeno acidente conhece Trent (Jon Stewart), que pode se tornar seu novo amor e é correspondida, mas em virtude de uma experiência traumatizante teme se envolver novamente e ao mesmo tempo anseia por isto. Existe ainda Joan (Angelina Jolie), uma extrovertida jovem que conhece em uma discoteca Keenan (Ryan Phillippe), por quem se apaixona perdidamente, mas enquanto se mostra decidida em fazer qualquer coisa para conquistá-lo ele teme em se apaixonar, pois sua última namorada teve um fim trágico. Curiosamente, estas histórias tem um denominador comum mas, como um quebra-cabeças, só pode ser visto quando todas as peças estão juntas.


sábado, 7 de março de 2009

Louco Amor

Quer fazer uma pesquisa sobre o AMOR?
Entra nesse site:

http://www.loveessaysbook.com/Amor-Romantico/Amor-Loucura.htm

Do site, Ensaios Sobre o Amor :

O Amor Lírico É Ilusão e Loucura

Abundam na literatura as referências ao carácter louco do amor. «Aquele que tiver o amor dentro de si, é louco», diz Sófocles. E, na mesma linha, Shakespeare: «Amantes e loucos têm cérebros tão fervilhantes, tão cheios de fantasias, que superam tudo o que a fria razão pode entender.» Ou William Congreve: «Se não é amor, é loucura, logo é perdoável».

Insensatez, declarações impensáveis, embriaguez sentimental, visão colorida da realidade. Ilusão. É sobre isso que também Marcel Proust escreveu: «Quando o amor é muito grande, é inimaginavelmente pequeno o papel da mulher real.». Ou: «O amor é um exemplo flagrante do pouco que a realidade é para nós».

Mas há outra perspectiva, em que ele deixa de ser loucura. O amor pode ser poesia extrema, enamoramento, capacidade de ver a vida e o ser amado à luz do maravilhoso. «O sol chamejante mostra que sobre todos, ó Amor, tu és o único governante», diz Eurípedes. «A vida mundana é um reflexo insignificante do que se passa no amor», diz Proust. «O amor é a suprema poesia da natureza», diz Novalis. «Ficar apaixonado corresponde ao desejo de ver o mundo com outros olhos», diz Alberoni.

O problema, e a verdadeira loucura, estão noutro tipo de amores: no amor ao dinheiro e ao poder, no amor ao superficial, no amor deslocado ao eu (egoísmo), no amor a certas ideias de Deus (fonte de actos terroristas como o 11 de Setembro)…


C
itações
O Amor é Louco


Os limites de uma parede são incapazes de conter o amor, e o que o amor pode fazer, o amor não deixa de ousar.

William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Romeu e Julieta

A vida mundana é um reflexo insignificante do que se passa no amor.

Marcel Proust, 1871-1922, escritor francês, A prisioneira

Sabíamos que as paixões podiam alucinar, mas convém também dizer que podem iluminar.

E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V; edição portuguesa: Europa-América


Amantes e loucos têm cérebros tão fervilhantes, tão cheios de fantasias, que superam tudo o que a fria razão pode entender.

William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Sonho de Uma noite de Verão



O louco, o enamorado e o poeta são filhos da imaginação. Um vê mais demónios do que aqueles que o inferno pode conter: é o louco. O apaixonado, igualmente frenético, vê a beleza de Helena num frontispício egípcio; o olhar do poeta, esse, animado por um belo delírio, transporta o céu para a Terra e a Terra para o céu.

William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Sonho de uma noite de Verão



O desejo do amor enfeitiça e enlouquece o coração da vítima sobre a qual se lança. Enfeitiça os leões caçadores da montanha, os animais do mar, o homem, e todas as criaturas que a Terra alimenta.

Eurípedes, 480-406 a. C., poeta e dramaturgo grego, Hipólito

http://www.loveessaysbook.com/Amor-Romantico/Amor-Loucura.htm

Amor romântico? Ver também:
Beleza e amor
O amor é um jogo
Grandes e pequenos amores
Amor e fidelidade
Quantas Heloísas e Abelardos existem nos divórcios e amores actuais?
O amor romântico na literatura: Platão, Dante, Shakespeare

Retornar Topo - Amor e Loucura Lírica
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sexta-feira, 6 de março de 2009

Não sei o que em mim ocorre
O que se passa no meu conturbado coração?

Conflitos internos
peito apertado

Nó na garganta
um peso enorme na consciência

Contudo, não sei por quê
não sei o quê fazer

Como parar essa angústia?
acabr com essa dor?

Minha cabeça pesa
pesa tanto que mal consigo mantê-la ...

E, em meu coração
não cabe mais tanto sofrimento

Este lamento insuportável na alma minha
há de ter fim um dia

um dia...
Não sei quem sou
a mim não pertenço

Sou o olhar do outro em mim
a alteridade que me anula

Sou a sombra do que o outro vê

O outro me domina
porque a mim não pertenço

Sou o medo de amar
o medo de ser

Sou o conflito
de querer e não querer por querer tanto

Sou apenas
eu

Queria a mim pertencer

Não sei quem sou
a mim não perteço
No fundo de minha alma
estão perdidos os meus sonhos

Na escuridão profunda de meu coração
as mais doloridas recordações

Emoções que teimam vir a tona
inseguranças, medos, frustrações


Não quero, não deveria
mas, ainda cismo em duvidar de mim mesma...

Não me sinto segura em mim

A mim não pertenço

Pertenço ao outro
que me olha
condena com o olhar
com as palavras ásperas
massacra-me e assim altera meu Eu

Quem sou eu?
Uma mulher?
Uma menina?
Os dois numa pessoa só.

Uma menina mulher
assustada, fragmentada
fragmentada por seus medos
inseguranças, auto-piedade

Auto - sabotagens
Proteção emocional

Ou apenas
mais uma das minhas
ilusões inventadas?

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Seu olhar
acalmou a alma minha

Seu olhar
Ah, seu olhar

Se eu pudesse dizer
Teu olhar me possuiu

Se eu pudesse te ter
eu te diria

Me possua
sou toda sua

Seu olhar
Ah seu olhar

Seu olhar
sabe

Seu olhar
leu meu coração

Seu olhar invadiu-me
e acolheu-me

Sou sua
me possua
...

O oposto do vazio

Quero um abraço
colo carinho

Quero tudo
nada peço
apenas quero
não sentir o vazio

Esse vazio que persisite e insiste
em encher a alma minha
que me impede de caminhar
trilhar meu caminho bem sucedido

Quero paz!
É pedir demais?

...

Desabafos de um espírito perdido...

Sorte de hoje: Cada homem é arquiteto de sua própria sorte

"Essa é minha sorte de hoje no orkut...
Pô tô bem então, porque para uma arquiteta, tô melhor como desenhista de pausinhos...Ironias a parte.
Com ou sem sorte, o destino e minha força de vontade vão me ajudar a persistir e assim, conseguir um emprego...
Tá ficando insuportável não depender de mim mesma!
Um dia enlouqueço de vez, faço minhas malas e volto pra Marte!"
...

Psicocrafada por Lady Melancholya

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Notícias boas!


Sempre bom compartilhar das coisas boas, notícias( astrais) boas... hehehe

Brilho pessoal!

Sol em conjunção com Lua natal

DE: 16/02 (Hoje), 16h05
ATÉ: 05/03 , 13h39

Todos os anos, sempre entre os dias 16/02 (Hoje) e 05/03, o Sol em trânsito se conjuga à Lua do seu mapa, Renata. Este tende a ser um período feliz e de particular brilho pessoal, mas só se você estiver colaborando para esta felicidade. Traduzindo em miúdos, este ciclo age como uma espécie de "catalisador" para aqueles que vêm tomando atos construtivos e que estão se empenhando em algum projeto que envolva o próprio desenvolvimento. Para aqueles que se encontram na inércia, este ciclo também não deixa de ser positivo, e tem a ver com uma "sacudida" que o Universo dá na pessoa, estimulando-a a despertar, a acordar pra vida.

O efeito deste trânsito é o de uma "lua nova pessoal", um período propício para os novos inícios, para lançar-se em projetos novos. A sensação associada é a de renovação. Procure dar atenção aos seus impulsos de alma neste momento, pois, por mais "loucos" que lhe pareçam, eles estarão provavelmente lhe revelando os seus caminhos naturais para este período.

O Sol ilumina a Lua, Renata, o que sugere um período de maior consciência pessoal, uma fase de descobertas pessoais importantes; é provável que você venha a "se tocar" de aspectos de sua vida que estavam particularmente inertes e que você precisa se livrar. Neste período, cuja palavra-chave é a consciência, você se apercebe de hábitos e comportamentos que talvez tenham lhe agradado por muito tempo, mas que você precisa deixar para trás, a fim de se tornar uma pessoa melhor. E o mais interessante é que sua alma estará propensa a este ato de renovar-se. Aproveite!

Leia seus outros 8 trânsitos astrológicos do momento clicando na coluna ao lado. Entenda melhor o que são os trânsitos astrológicos