Sou como uma borboleta
minha alma voa livre
Sou como um vulcão
tenho momentos de erupção
outros não
Tenho medo de trovões
mas, os amo
Adoro chuva
adoro frio
Não suporto calor
Quero ser mais madura
sem perder a doçura
de manter-me um pouco criança
Quero acima de tudo
encontrar meu caminho
Quero me tornar
quem sou
domingo, 23 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Sobre ser feliz
Das coisas que sinto
Das coisas do coração
Meus sonhos
Meus medos
Minha motivação
Não há um só dia
que a alegria
a doçura
e a fantasia
não façam de mim
uma mulher mais feliz
e todas estas coisas
simplesmente porque
sou sua
Das coisas do coração
Meus sonhos
Meus medos
Minha motivação
Não há um só dia
que a alegria
a doçura
e a fantasia
não façam de mim
uma mulher mais feliz
e todas estas coisas
simplesmente porque
sou sua
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Um dia, num lindo dia
E, que dia lindo
o dia que terei
minha Clarinha.
Nesse dia
terei meu tão sonhado sonho
Sonho que sonho há tanto tempo
e em tantos tempos de sonhos
Sonhos acordados, em sua maioria
e sonho sonhado.
Sonhando há tempos, tanto tempo no tempo dos sonhos
que no dia que tiver nos braços meus, minha filha
filha que já sonhava em chama-la de Clara!
Assim, então quando este dia chegar, estarei a carregar nos
braços meus, meu sonho realizado e personificado, minha
Clarinha, enfim, para chama-la de filhinha!
Minha filhotinha!!!
Um dia, um lindo dia ...
E, que dia lindo
o dia que terei
minha Clarinha.
Nesse dia
terei meu tão sonhado sonho
Sonho que sonho há tanto tempo
e em tantos tempos de sonhos
Sonhos acordados, em sua maioria
e sonho sonhado.
Sonhando há tempos, tanto tempo no tempo dos sonhos
que no dia que tiver nos braços meus, minha filha
filha que já sonhava em chama-la de Clara!
Assim, então quando este dia chegar, estarei a carregar nos
braços meus, meu sonho realizado e personificado, minha
Clarinha, enfim, para chama-la de filhinha!
Minha filhotinha!!!
Um dia, um lindo dia ...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Partir, repartir, resignificar
Uma parte de mim, tem que partir
Sim, uma parte de mim tem que me deixar
Esta parte de mim, que me tira do centro, que me põe do avesso reverso de mim ...
Despeço-me, afasto aos poucos esta parte não apodrecida, mas que me adormece, que me entorpece e me rouba a razão.
Parte esta que me furtou o tempo, tanto tempo, quanto tempo?
Como um relógio sem bateria, fiquei a mercê da horas de outro alguém, de outros e de ninguém.
Não se mantém em mim a razão, não enquanto esta parte adoecida não for de certa forma "administrada", restaurada, resiginificada.
Sim, preciso ressignificar o quê há em mim que me mantém assim, estranha e adversa de mim mesma!
Renata Renat's, eu mesma! E o não Eu que me tornei e deixo-me de ser conforme Kronos me permite ...
Para Marilene Cambeiro Cambeiro
Sim, uma parte de mim tem que me deixar
Esta parte de mim, que me tira do centro, que me põe do avesso reverso de mim ...
Despeço-me, afasto aos poucos esta parte não apodrecida, mas que me adormece, que me entorpece e me rouba a razão.
Parte esta que me furtou o tempo, tanto tempo, quanto tempo?
Como um relógio sem bateria, fiquei a mercê da horas de outro alguém, de outros e de ninguém.
Não se mantém em mim a razão, não enquanto esta parte adoecida não for de certa forma "administrada", restaurada, resiginificada.
Sim, preciso ressignificar o quê há em mim que me mantém assim, estranha e adversa de mim mesma!
Renata Renat's, eu mesma! E o não Eu que me tornei e deixo-me de ser conforme Kronos me permite ...
Para Marilene Cambeiro Cambeiro
sábado, 20 de outubro de 2012
Livrinhos e Docinhos: Contatos
Eu recomendo; Livrinhos e Docinhos: Contatos: Qualquer dúvida,sugestão ou vontade de tentar uma parceria com a gente me mande um e-mail! ayuninha@hotmail.com
domingo, 23 de setembro de 2012
Somente para ti
Das coisas da vida
nada sei
Mas
Mas
das coisas do coração
Ah
Ah
dessas eu bem sei
as tormentas e precipícios que passei
donde muitas vezes quase me perdi
de tantas vezes suspirei e
as tormentas e precipícios que passei
donde muitas vezes quase me perdi
de tantas vezes suspirei e
sonhei com o dia que ia te encontrar
Terno
Terno
doce e desejado dia
que sem que eu notasse
você me notou e assim em mim
acendeu a chama da paixão
tão ardente
que sem que eu notasse
você me notou e assim em mim
acendeu a chama da paixão
tão ardente
e a cada dia
crescente em nós.
Surpreendendo-me ao relembrar
do quanto reticente me encontrava
em relação à sua romântica conduta.
Surpresa e reticente devido ao descostume
de tal comportamento há muito esquecido
nos remotos cantos da memória.
Há muito não me recordava de tais gestos corteses
Não obstante, há tempos, longínquos e,
persistentes em meu mais íntimo desejo
Desejava intimamente, profundamente, ser cortejada
enfim, por alguém que de fato merecesse meu coração
alguém que não magoaria e sairia furtiva e dolorosamente
da vida minha.
Então, quando quase não mais acreditava,
quando incrédula ainda acreditava na vã promessa de felicidade.
Foi quando sorrateiramente roubou meus sentidos, conquistou meus sentimentos
e, docemente afugentou meus lamentos, extinguiu meus sofrimentos,
Transferindo luz onde tudo era obscuro, amor onde havia dor,
sorrisos onde o pranto secara meus secos marejados olhos.
A ti só dedico os mais profundos e sinceros sentimentos,
meus sonhos, a esperança de um futuro feliz ao teu lado.
A ti, e só a ti, sou o melhor que posso ser,
pois você inspira em mim o melhor que há,
o melhor que posso vir a ser.
A ti guardei todo o meu amor,
meus mais lindos e puros poemas,
a ti e, só a ti, dedico essa poesia,
pois é uma outra forma de mostrar
o quanto eu amo você.
Por ti minha alma se eleva,
para ti e, somente para ti
acordo em sonhos de viver amar em paz.
crescente em nós.
Surpreendendo-me ao relembrar
do quanto reticente me encontrava
em relação à sua romântica conduta.
Surpresa e reticente devido ao descostume
de tal comportamento há muito esquecido
nos remotos cantos da memória.
Há muito não me recordava de tais gestos corteses
Não obstante, há tempos, longínquos e,
persistentes em meu mais íntimo desejo
Desejava intimamente, profundamente, ser cortejada
enfim, por alguém que de fato merecesse meu coração
alguém que não magoaria e sairia furtiva e dolorosamente
da vida minha.
Então, quando quase não mais acreditava,
quando incrédula ainda acreditava na vã promessa de felicidade.
Foi quando sorrateiramente roubou meus sentidos, conquistou meus sentimentos
e, docemente afugentou meus lamentos, extinguiu meus sofrimentos,
Transferindo luz onde tudo era obscuro, amor onde havia dor,
sorrisos onde o pranto secara meus secos marejados olhos.
A ti só dedico os mais profundos e sinceros sentimentos,
meus sonhos, a esperança de um futuro feliz ao teu lado.
A ti, e só a ti, sou o melhor que posso ser,
pois você inspira em mim o melhor que há,
o melhor que posso vir a ser.
A ti guardei todo o meu amor,
meus mais lindos e puros poemas,
a ti e, só a ti, dedico essa poesia,
pois é uma outra forma de mostrar
o quanto eu amo você.
Por ti minha alma se eleva,
para ti e, somente para ti
acordo em sonhos de viver amar em paz.
terça-feira, 24 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
O Mito da caverna
O mito da caverna é considerado uma síntese do pensamento platônico.
Este mito é uma alegoria bem atual, pois revela o "mundo" das aparências. Nele há pessoas presas a grilhões no pescoço, pés e mãos, desde pequenos.Essas pessoas nunca se depararam com o "Real", com o quê de fato existe. Elas tinham apenas uma vaga ideia através das sombras e, de seus movimentos. Hoje em dia, vivemos numa caverna como a do mito, pois vivemos do que está aparente, não tendo o real conhecimento das coisas nem do "Outro".Temos a ideia superficial das pessoas e das coisas, quando digo "temos apenas uma ideia, não digo todo mundo, contudo a maioria das pessoas pouco se conhecem, pouco sabem uma das outras. Vivemos na superficialidade , e o mito fala justamente do superficial, do aparente, da ilusão.
Os grilhões simbolizam nossas "amarras" psíquicas, temos ideias pré estabelecidas, ideias arraigadas em nosso inconsciente coletivo. Estamos presos por ideologias disseminadas e impostas pela mídia e pela sociedade. Nossas ideias estão atadas e sem que percebamos somos coagidos a pensar e agir de acordo com a imposição da sociedade, que coercivamente nos dita tendências, ideias e sonhos.
Somos o tempo todo atacados, agredidos, forçados inconscientemente a nos moldar e, assim, nos despersonalizamos. Somos forjados, manipulados, moldados, perdemos nossa identidade no meio da multidão, já que temos que nos adaptar as demandas da sociedade, temos que nos adequar aos moldes pré estabelecidos e previamente ditados pelo coletivo.
No mito um dos presos consegue se libertar dos grilhões, (que simbolizam os pré conceitos, pré julgamentos e, tudo o mais que representa a prisão intelectual, quando não há profundidade de conhecimento) e tem a responsabilidade de voltar para a caverna e libertar os que ficaram presos. O quê acontece, ele volta e compartilha do saber, conta da experiência que teve fora da caverna, porém, os prisioneiros não acreditam nele, porque estão "aprisionados" nas ideias, não conseguem se libertar dos conceitos pré estabelecidos nesses longos anos na sombra dos fatos reais. Uma vida inteira na superfície das coisas, os presos não possuíam a capacidade de compreender a profundidade do que de fato existia além do imaginário, além das sombras projetadas nas paredes da caverna.
Atualmente, as pessoas estão atadas, a maioria não sabe de fato quem é, quem são as pessoas que as circundam.O desafio do ser humano é ser humano.Precisamos nos voltar para nós mesmos, refletirmos sobre quem somos, o quê nos tornamos,precisamos pensar no "Outro", quem ou o quê está a nossa volta.
O mito nos instiga a pensarmos por nós mesmos, nos inspira a ir além das aparências e, não simplesmente aceitar o que nos é imposto, nos convida a nos libertar dos grilhões de tudo que nos prende e oprime.
Ele nos propõe a irmos além das sombras das pessoas e das coisas, ou seja, sua proposta é de nos liberarmos de tudo que não nos permita ir além do que parece ser real, propõe que olhemos as pessoas e as coisas por novas perspectivas, como se nos impulsionassem a nos dar novos olhares para as pessoas e as coisas.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Algo mais sobre os Gatos Co-Terapeutas
Nosso projeto de trabalho no Centro Psiquiátrico Pedro II não tinha a intenção de proteger o animal. Nosso propósito visa relacioná-lo com o homem. Doar afeto àqueles seres solitários aos quais muito poucos homens ou mulheres sequer dirigiam uma palavra ou um gesto amigo.
A história do animal como co-terapeuta ao nosso serviço foi o motivo central de meus maiores sofrimentos como psiquiatra naquele Centro. Distinguiram-se nestes trabalhos de co-terapeutas com animais, as colaboradoras: Maria de Nazareth Rocha e Dalva de Araújo.
Observei que aos resultados terapêuticos das relações afetivas entre o animal e o doente eram excelentes. Mas era difícil que essa idéia tivesse campo para desenvolver-se. No Brasil a aproximação entre terapeutas, ao contrário, afastava o animal do doente, sob alegações inconscientes. Compensadoramente, amigos distantes foram solidários: o prof. Boris Levinson, psicanalista americano, comentou por carta esses fatos ocorridos no Brasil, como a expulsão, o envenenamento ou morte contra os animais. Eis um trecho da carta: "Sem dúvida, para muitos desses doentes, os animais eram sua única linha de vida para a saúde mental".
Outro pesquisador, da Universidade do Estado de Ohio, prof. S. Corson, enviou-nos resultados de pesquisas com esquizofrênicos e cães desenvolvidas por ele e sua equipe "com extremo rigor para estabelecer princípios e limites no uso de animais em psicoterapia". Apenas dois não melhoraram, dentre trinta casos citados.
O que se tem observado é que animais como cães, gatos, peixes e pássaros são requisitados como novos terapeutas em hospitais franceses, canadenses, americanos e suíços, depois de ter sido constatado que eles são indispensáveis à melhora ou a cura dos portadores de várias doenças.
Há animais que permanecem no hospital em sua função de co-terapeutas e outros participam de visitas organizadas a hospitais afim de levar vida e calor a esses frios lugares.
O gato desafia também os cientistas por seus comportamentos difíceis de explicar. Os cientistas professores H.Precht e Elke Linderlaub fizeram alguns experimentos com o objetivo de investigar o comportamento de orientação dos gatos. Procederam da seguinte forma: encerraram um gato num saco opaco e daí levaram-no a um laboratório completamente escuro. Posteriormente, levaram o saco contendo o gato para dar voltas e reviravoltas pela cidade, em sentidos diferentes. Mas tarde, abriram o saco num labirinto que possuía vinte e quatro saídas. Esperaram para verificar qual a saída que o gato escolheria. A experiência foi repetida pelos cientistas com mais 142 outros gatos. A grande maioria dos gatos seguia a mesma direção que os conduzia à casa onde habitavam.
Quando homens de má índole querem libertar-se de ninhadas de gatos, ou mesmo de gatos não desejados em suas residências, costumam proceder desta mesma forma, isto é, enfiam os gatos em sacos e os abandonam em regiões distantes e inóspitas. Mas os malvados têm grande surpresa de verem os gatos voltarem, após longas e duras caminhadas durante vários dias. Acreditavam ingenuamente que aquele abandono fosse suficiente para se desfazerem do animal. Esse retorno permanece um fenômeno ainda muito misterioso.
Foi o estudo do funcionamento das vibrissas no ser humano que levou à descoberta do radar. Alguns cientistas vêm dedicando-se ao estudo das especiais potencialidades dos bigodes dos gatos que lhes parecem dotados de capacidades semelhantes às do radar, isto é, habilidades para localizar objetos imóveis ou em movimento, medir-lhes a velocidade, captar-lhes a emissão de microondas moduladas, bem como analisar as mínimas pulsações emitidas pelos objetos.
Experiências científicas revelaram que o sonho é elemento necessário ao funcionamento da vida psíquica, tanto no homem como nos animais e talvez principalmente no psiquismo do gato.
O estágio do sonho REM (movimento rápido dos olhos) que é associado ao ato de sonhar, não é particularidade exclusiva do ser humano. Tem sido observado também no sonho de quase todos os animais mamíferos, sendo especialmente estudado nos gatos. Desde que os prive do sonho REM nos experimentos, os gatos mostram evidentes perturbações do seu habitual comportamento. Sob todos os pontos de vista, parece que a etapa REM do sonho é biologicamente essencial.
Não só o estudo dos mitos e suas significações nos ensina sobre a dinâmica da psique na sua profundeza, como também a interpretação dos sonhos, isto é, das imagens que neles se configuram em símbolos.
Durante o sono, refletem significações reveladoras de ocorrências inconscientes de problemas que perturbam o funcionamento normal da psique do sonhador.
Citaremos aqui dois sonhos de pessoas nos quais o gato é o personagem principal, figurando como emissário do mundo interno feminino, ao mesmo tempo imagem simbólica e instinto.
Apresentaremos nesse mês, o primeiro sonho.
" A sonhadora fica surpreendida de encontrar em seu quarto dois gatos pequenos muito magros. Põe um pires de leite para eles. Mas os gatos são tímidos e hesitam. Um deles foge amedrontado, enquanto o outro aproxima-se com precaução e bebe o leite.
Este sonho apresenta em imagens o início do processo de aproximação entre consciente e os emissários do mundo feminino inconsciente.
Oferecendo leite aos pequenos gatos desnutridos, a personalidade consciente dá um passo em direção ao inconsciente, toma a disposição de cuidar dos instintos desprezados. Entretanto esta aproximação não se realiza sem hesitações e recuos por parte do inconsciente, pois em experiências anteriores, muitas tentativas já devem ter sido frustradas."
Fonte:pelosepatas.com.br
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